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House of Wolves


Capítulo 10


“Quê?! Você andou bebendo wolfsbane? Eu não vou morar com você!” Estávamos na sala enquanto os demais discutiam na cozinha, ainda sobre a minha saída de Beacon Hills. “Annie, o seu pai disse que é perigoso você ficar aqui...” “Derek, mesmo que eu vá para a sua casa, ainda estarei em Beacon e ainda será muito fácil me pegarem.” “Não tão fácil assim. Annie, a casa onde eu moro é a mesma casa onde toda a minha família foi alvo de um massacre.” Eu tentava seguir o raciocínio dele, em vão. “E?!” “E isso a transforma numa espécie de solo sagrado. É como se os espíritos dos mortos ali protegessem a casa. Seja quem ou o que for esse louco que perseguiu a sua mãe, ele não pode competir com um solo sagrado.” Enquanto Derek falava, meu pai estava encostado na porta da cozinha nos observando e acompanhando a conversa. Me sobressaltei quando ele interveio. “Sei onde o senhor está querendo chegar, mas sou completamente contra essa ideia!”
Derek parece não ter percebido a presença dele ali e levantou-se rapidamente do sofá “Se o senhor sabe do que estou falando, deve saber que minha casa é o lugar mais seguro que pode achar para que ela fique.” “Não preciso de um solo sagrado para protegê-la. Ele está vindo para cá e não posso arriscar deixando-a aqui.” “Então, vai arriscar a fazendo fugir até que tenha o destino da mãe?” Derek e Ethan estavam frente a frente agora e pude perceber que as garras do meu amigo já lhe rasgavam a palma das mãos em punho fechado. “Chega! Parem de discutir sobre a minha vida enquanto eu estou aqui bem na sua frente. Será que ninguém vai perguntar o que eu quero?”
O dois se voltaram para mim enquanto eu falava. “Agradeço a sua preocupação, Ethan, mesmo que um tanto atrasada, mas eu não vou deixar Beacon Hills. Se a mansão dos Hale é o lugar mais seguro para mim, é para lá que eu vou.” Depois de discutir-se o assunto noite adentro, ficou decidido que logo cedo pela manhã eu me mudaria para a casa de Derek. Não estava muito animada com aquela situação, afinal eu sabia que morar com o Derek não seria muito agradável, mas eu não queria sair daquela cidade. Desde que descobrira sobre o meu segredo nunca havia me sentido tão em casa como ali. Agora eu tinha amigos, o Scott, o Stiles, a Nick, tá, e o Derek também. Mas eu também tinha o Rudolph que estava cada vez mais próximo.
Na manhã seguinte organizei todas as minhas coisas e desci as escadas. Encontrei o Derek e o Ethan cada um em uma extremidade da sala, sem trocar uma palavra. Quando me viram, os dois me ajudaram com as malas, era clara a insatisfação do meu pai com aquela situação e eu até que estava gostando disso. Ao chegar à casa dos Hale, Derek abriu a porta e não pude acreditar no que via. A casa por fora parecia completamente destruída, mas por dentro era quase um palácio. “Eu sei, você estava esperando móveis destroçados e paredes com mancha de fuligem. Desapontada?” Derek perguntou ao perceber o meu espanto. “Uau! Você que concertou tudo?” “Sim.” Ele falou meio sem jeito ao notar minha admiração. “Mas por que deixou tudo do mesmo jeito lá fora?” “O visual externo evita intrusos.” Rimos do comentário dele e subimos para colocar minhas coisas no quarto.

Derek havia separado um quarto para mim que, se é que era possível, ainda estava mais elegante do que a sala. A cama era de dossel bronze e possuía desenhos de folhas secas. Desenhos esses que também decoravam a penteadeira, o guarda-roupa e a singela lareira que ficava no canto esquerdo do quarto. Os raios de sol entravam tímidos por entre as brechas da cortina lilás que cobria a janela e que tinha os mesmos desenhos da colcha que cobria a cama: folhas secas amareladas. Entrar naquele quarto era como entrar em uma floresta em pleno outono e me deixou sem palavras. “Espero que você goste. Reparei pela decoração do seu quarto que você gosta de lilás, então...” ele começou a falar deixando minhas malas ao pé da cama, mas eu o interrompi “Está tudo lindo, Derek. Obrigada.” Me voltei para ele e percebi que me encarava. Eu não havia reparado antes, mas seus olhos eram de um castanho profundo e inebriante, meu coração acelerou e eu bruscamente desviei o olhar. Toda a beleza daquele quarto estava me deixando boba, era só isso.

The Wanted: Nathan is BACK!



Sempre quis escrever aqui no blog algo que fosse além dos meus textos e das fics, mas ficava sempre adiando. Hoje tenho mais do que um bom motivo para falar dessa banda que é a minha paixão mais avassaladora: The Wanted.
Formada por cinco caras lindos, loucos e gostosos, a The Wanted é uma boy band inglesa que conquistou seu país de origem, inicialmente, com o seu primeiro single "All Time Low" e conquistou o mundo com o hit "Glad You Came", figurinha carimbada nas festas.
No início deste ano, durante as gravações do seu reality show "The Wanted Life" e a produção do novo álbum, Max, Tom, Siva e Jay tomaram o maior susto quando o caçula da banda, Nathan (o Baby Nath) começou a sentir dificuldades em relação à sua voz e foi diagnosticado com um nódulo nas cordas vocais tendo que se submeter a uma cirurgia que poderia o impossibilitar de voltar aos palcos.
As Prisoners (como são conhecidas as fãs da banda) ficaram, assim como os garotos e o próprio Nath, muito apreensivas com a notícia e mandavam constantemente mensagens de apoio ao cantor e seus companheiros, mas algumas pessoas idiotas (sempre tem dessas) não acreditavam na total recuperação do amado Nath.





Hoje, depois de passar mais de dois meses afastado dos compromissos da banda e contra todas as expectativas dos "haters", Nathan voltou aos palcos em apresentação no Summertime Ball da rádio Capital FM na Inglaterra. Voltou, provando que não importa as dificuldades que enfrentamos na vida, podemos sim levantar mais uma vez e prosseguir. Vendo as fotos dele reunido com os demais integrantes da banda não pude deixar de chorar e me emocionar. 
Nathan sempre foi o meu preferido (que os outros não me escutem rsrsrs), e com certeza The Wanted não seria a mesma sem ele, sem a sua voz potente, seu jeito de criança, sua carinha de Sid (Era do Gelo) e sua coleção de bonés. Agora vou finalmente apertar o play e ouvir "I Found You" sem sentir um aperto no coração, temendo não ter mais a chance de vê-lo cantar o tão marcante "I said peopleeee..." ao vivo novamente.




Mal De Amor

Cadê você que não está?
Passo o dia a te procurar
A distância não é mais problema
Mas você ainda tende a se afastar.

Será que me esqueceu?
Será que nunca pensou?
Fico aqui a sofrer
Acho que é mal de amor

Já passei por isso antes
Mas pensei que com você seria diferente
Talvez seja minha culpa
Talvez seja muito impaciente

Se me quer só como amiga
Fale logo, por favor
Vou me acostumar com você em minha vida
Vou tentar achar um novo amor.

Odeio


Odeio quando sinto esse frio na barriga a cada "bip".
Odeio o quanto quero só ouvir musiquinhas melosas.
Odeio só querer assistir filme de "amorzinho".
Odeio essa vontade louca de reler todos aqueles romances água com açúcar da minha estante.
Odeio quando lembro de você a cada musiquinha, filme ou livro romântico.
Odeio quando vejo algo que me lembra você.
Odeio quando você não fala comigo e me odeio quando vou falar com você.
Odeio sonhar com você.
Odeio quando vou dormir e acordo pensando em você.
Odeio pensar em você, ponto.
E odeio mais ainda quando percebo que na verdade não odeio nada disso.

Anna Eloyse Grant.