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Capítulo 12: Um professor diferente



Numa casa abandonada do outro lado da cidade, Klaus e seus aliados conversavam diante de uma lareira acessa.

- Não consegui pegar a vampira nem o lobisomem. – Giordanno parecia transtornado.
- Não tem importância, quanto a eles eu tenho opções. Só espero, Tiago, que sua família não interfira mais em meus planos. – Klaus parecia bem calmo dadas as circunstâncias.
- Não se preocupe com eles. – Tiago tinha um sorriso maligno no rosto.
- Quanto à nossa prisioneira? – Disse Klaus voltando-se para Katherine.
- Estava toda nervosinha com o fato de sermos tão parecidas, mas já consegui calá-la.
- Katherina, lembre-se de que ela é de extrema importância para o sacrifício.
- Não farei nada com ela que você não autorize. – Ao ouvir Katherine dizer isso, Klaus deu um sorrisinho com o canto da boca e se levantou. – E quanto as opções que você disse ter, quais são?
- Na hora certa você saberá, Katherina. Eu passei séculos tentando quebrar essa maldição, não cometo mais erros.


- Damon! – me abaixei e tirei a estaca de suas costas, por pouco não atingira seu coração. – Você está bem? Quem fez isso com você?
- Afaste-se Lílian, é perigoso ficar perto dele! – O professor Alaric vinha caminhando da escuridão com uma espécie de arco de pressão na mão carregado com uma estaca na ponta.
- Professor Saltzman? O que está acontecendo? – Tyler que estava ao meu lado ajudando a levantar o Damon perguntou aproximando-se do recém-chegado.
- Ele é um vampiro, Lockwood, precisa ser abatido. Por favor saiam de perto para que eu acabe com ele.
- Professor, Damon está apenas me ajudando. – respondi pondo-me entre eles.
- Ajudando? Potter, ele é perigoso. Matou a minha esposa e sumiu com o corpo dela e agora está na cidade para fazer mais vítimas!
- Professor, o senhor deve estar se confundindo – tentei argumentar.
- Isobel, lembra dela? Ou você a matou sem nem ao menos saber seu nome? – ele continuou sem dar ouvidos ao que eu dizia.
- Ah, ela era sua esposa... bem, na verdade, eu não a matei, pelo menos não tecnicamente. – Damon parecia estar gostando da conversa.
- Damon, por favor, não piore as coisas!
- Onde está Elena? – perguntou um senhor que agora aparecera atrás do professor Saltzman.
- Quem é o senhor? – indaguei intrigada.
- Meu nome é John Gilbert, sou o tio da Elena. Soube que ela está namorando com um vampiro e exijo vê-la agora!
- Senhor Gilbert, eu acho melhor o senhor e o professor entrarem, lá dentro eu explico o que está acontecendo.


Depois que os ânimos se acalmaram, contei o que estava acontecendo. Fui interrompida algumas vezes pelo desespero do tio de Elena que parecia ser bem próximo a ela.
- Meu Deus! Isso só pode ser castigo. – disse o senhor Gilbert.
- O que o senhor quer dizer com isso? – perguntei.
- Elena não é minha sobrinha, é minha filha! Eu não era casado com sua mãe, me apaixonei e ela engravidou. Meu irmão era médico, fez o parto e cuidou de Elena como se fosse sua filha. Isobel era muito nova e não queria a filha.
- Isobel? A esposa desse maluco? – perguntou Damon apontando para Alaric.
- Sim. Durante algum tempo eu me correspondi com ela,mas de uns tempos pra cá perdi o contato; foi quando achei o Alaric e ele me contou o que tinha acontecido.
- Não se preocupe senhor Gilbert, eu vou fazer de tudo para salvar sua filha. Meu pai está providenciando ajuda. – tentei tranqüilizá-lo, sem muito efeito.
- Você não entende. Elena não sabe que sou o pai dela, todos esses anos eu venho escondendo isso dela. Mesmo depois que meu irmão morreu, eu a deixei sozinha! Deveria ter vindo antes, talvez eu pudesse ter evitado isso tudo.
- Eu duvido muito. Eles a pegaram por causa da maldição, uma hora ou outra isso iria acontecer. – disse – Precisamos descobrir onde ela está e tirá-la de lá.
- Acho que eu posso ajudar com isso – Bonnie, amiga de Elena adentrara pela porta.
- Como? – Perguntou Damon, curioso.
- Sou uma bruxa. – ela respondeu. – Uma bruxa de Salem.
- A Lílian também é uma bruxa e não faz idéia de como encontrar a Elena. – retrucou Tyler
- As bruxas de Salem são diferentes das de Merlim. Enquanto os bruxos de Merlim tem a sua magia dividida meio a meio entre eles e suas varinhas os bruxos de Salem possuem toda a sua magia concentrada dentro de si, externada através de feitiços. – Eu disse animada – Se a Bonnie for mesmo uma bruxa de Salem, acredito que ela possa mesmo ajudar.
- Preciso de algum objeto dela. – Bonnie de sorrira para mim ao ouvir minha explicação, agora estava focada em recuperar sua amiga.
- Tenho o colar que ela usava na noite que foi pega. – Damon tirou o colar do bolso e passou-o para Bonnie.
Ela colocou o colar na mesinha no centro da sala e pegou um mapa em sua bolsa. Segurou o colar sobre o mapa e começou a sussurrar o que parecia ser um feitiço. Enquanto ela falava o colar se movia sobre o mapa, até que parou sobre um espaço que indicava o outro lado da cidade.
- É aqui. – ela respondeu após abrir os olhos.


2 comentários:

  1. Esse capítulo foi bom! Não foi ótimo como os outros, cheio de suspenses! Mas eu entendo que vc tem que desenrolar a história! Já estou esperando o 13...hehehe =)

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  2. "Isobel? A esposa desse maluco?" Cara, eu ri muito com isso! xD Só o Damon mesmo!

    Falando nele, eu quero que Delena fique junto assim que ela for resgatada! Poxa, é que esperar até a 3ª temporada de TVD está cada vez mais difícil...

    Ah, e parece que cada capítulo da fic tá ficando melhor do que o outro, Anninha! Não demora muito a postar, não, tá? *-*

    Beijos e continua! ;)

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